sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ao Estremoz R...

Olha Jorge Pereira, para tua informação eu utilizo o nome que entender e posso dizer que o Manuel está no meu nome, quanto à má informação que divulgas o problema é teu.

Quanto a erros poderá haver nalguma pontuação e acentuação não te esqueças que estou a entrar no segundo acordo ortográfico sei que estava lá uma das palavras escritas com Z quando deveria ser com S no entanto eu aprendi com Z e um ano depois de estar na escola mudou para S agora levas com um texto ao estilo de José Saramago e mete as vírgulas no sítio que quiseres.
Se reparou aqui também há corrector e eu tinha verificado o texto por causa disso no entanto, o texto que entrou foi o do rascunho, temos pena.

Já agora, quando terminávamos a 1º ano de escolaridade já sabíamos ler e escrever, o tempo da outra senhora era outra coisa sabes.

Agora, como poderei não aceitar outras opiniões? Se em relação ao site do "Estremoz marca" era mentira o que escreveu, visto que o mesmo está activo. Já sei, foi porque tu quando estagiavas na Câmara ajudas-te na concepção do mesmo.

Quanto à linha editorial do Estremoz em debate a mim me compete, agora vejo, divulgar eventos, fazer alertas para coisas que estão mal, não só da autarquia mas dos munícipes também é dizer mal de um executivo.

Quanto à minha paragem achei que com cinco anos de actividade deveria fazer uma pausa.
Agora, faz o que deves fazer com isenção.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Pode ser a diferença

Há gente e gente, profissões e profissões, competentes e competentes, poderia continuar esta lenga lenga no entanto, há cegos que não vêm ou não querem ver.

Fazendo uma pequena viagem pelo que se escreve pelos blogues, continuo a ver que em alguns por dá cá aquela palha continuam a escrever só por escrever.

Hoje, li algo interessante, alguém que escreve só por escrever ou tem alguma ideia que o sabe fazer, fico no entanto, com a impressão que o não deve saber fazer.

Também conclui daquele texto que não deve saber utilizar nem motores de busca nem, escrever links de páginas.

É perfeitamente normal que se altere formas de governação e documentos promocionais quando a gerência muda porque se o povo não quisesse a mudança não teria exercido o seu direito na escolha dessa mudança.

Recordo-me de dois painéis publicitários do Rossio Marquês de Pombal onde estava o projecto do Rossio obra parada à cerca de quatro anos e volto a dizer parada e nessa altura não vi vozes a levantarem-se contra outros projectos de vital interesse para o concelho a serem parados ou aí não haveria nada a dizer porque quem geria até tinha o governo do seu lado.

De facto Estremoz é uma cidade que "Merece Mais" no entanto em três meses já se pode ver alguma obra e estou a recordar-me do tapamento dos esgotos a céu aberto na E.N 18 ao Gil entre outras...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Sinais que nada dizem


Na foto podemos observar vários veículos automóveis estacionados numa das superfícies comerciais da nossa cidade, sendo visível que existe um carro estacionado em local indevido, no entanto desculpável, os condutores de ocasião com cartas da farinha amparo estacionaram precisamente onde deveria estar estacionado o veiculo que está fora da zona de estacionamento.

Mais uma vez alertamos para o facto de pessoas com boa mobilidade se esquecerem daqueles que a têm reduzida e que para tal têm espaços reservados.

Oxalá não venham a precisar um dia e tenham que estacionar longe do local que estava reservado para si.

É apenas uma questão de saber ser cidadão com direitos e deveres.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Eis algo que dá para pensar

"Zeitgeist" A MAIOR HISTÓRIA ALGUMA VEZ CONTADA (carregar no play da janela de vídeo )



É um documentário que nos dá que pensar e nos leva a colocar questões sobre temáticas que, muitas vezes nos parecem ser irreais no entanto, as coincidências são tais que nos levam a por em causa aquilo que até hoje tínhamos como verdade absoluta.

Estes historiadores e investigadores, levam-nos a questões que podem ser consideradas tabu durante as duas horas de duração do documentário o tempo não custa a passar e até, tem alguns momentos de humor.

Espero que gostem e pensem seriamente no que vão ver e ler.