segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Uma ilha no Atlantico

Um jardim, assim se pode definir a Região Autónoma da Madeira. Uma zona de beleza ímpar no nosso País, bem cuidada, o abandono de imóveis ou degradados é escasso. Era bom, que os políticos do Continente, colocassem os olhos neste pequeno território de soberania Portuguesa e talvez, aprendessem alguma coisa. Esta ilha, num espaço de 15 anos, deu um pulo do dia para a noite, é ver as ligações rodoviárias, hoje assegurada por túneis, ligando a ilha pelo seu interior e facilitando, o mais rápido acesso, a todas as suas povoações.




A água, de bastante boa qualidade para o consumo humano, também nos encanta os olhos, em cascatas, como o véu da noiva, que foi originada pelos trabalhos de construção de um dos túneis.





No entanto, pude observar cidades piscatórias como Câmara de Lobos, de uma beleza ímpar e bem conservada. A zona de Porto Moniz, com as suas piscinas naturais, tem uma beleza ímpar, onde nos podemos deliciar, com um banho de agua salgada.












Em relação, ao Presidente do Governo Regional da Madeira, poderei dizer que superou todas as minhas expectativas, pois a ideia que os média nos colocam no continente, é bastante errada em relação a este governante, que se esmera a desenvolver uma região, para que mesma, que seja uma das mais avançadas da Europa e ai, pode ver-se o PIB da Madeira, superar o do Continente. No discurso, a que tive oportunidade de assistir, afirmo que se todos os nossos fazedores de politica a nível local, se interessassem verdadeiramente pelas regiões que administram, nós não teríamos uma Madeira desenvolvida, mas um Portugal desenvolvido. Para isso, o Governo central, teria que investir num todo e não, somente localizado em algumas situações de conjectura.
Penso, que os politicos do Continente, têm de aprender com o Dr Alberto João Jardim, como se governa uma região, ele é um exemplo a seguir. Por mim, só tenho de elogiar o trabalho deste grande politico Português.

Utilizando algumas das palavras de AJJ " Venham à Madeira, vejam, analisem e depois, decidam se se querem estabelecer. Eu não engano ninguém, nem vendo gato por lebre, como se faz por aí".

Portugueses diferentes

A presente imagem, mostra como vivemos num belo País em termos comparativos, este produto é só uma mostra da diferença. 75 cêntimos na moeda antiga, 150$00. Já para não falar nas marcas locais que se podem adquirir a 1,5 € . emfim somos Portugueses.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Será mesmo um B7 - Aproximação de rotunda

Estremoz, está na linha da frente na INOVAÇÃO, mais uma vez fomos surpreendidos por um sinal, que não consta no código da estrada, pelo menos na forma como está colocado, senão vejamos:

a forma correcta é esta


no entanto, podemos ver como somos diferentes na interpretação do código da estrada, pelo menos quanto à colocação da sinalização vertical, poderemos dizer, que estamos mesmo na frente da inovação.
Ah! Ah! Ah!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

No Alto da Praça, surge de novo a polémica


O amigo Trincheiras, voltou a atear o fogo Ecos - Terras Brancas, à volta do Nome "pasquim ", que segundo os dicionários tem o seguinte significado:

  • sátira afixada em lugar público ou posta em circulação clandestinamente;
    jornal ou folheto que difama.

A história, conta como surgiu o "Pasquim", na altura em que não havia edições escritas em papel.

Em conversas com o Director do Brados do Alentejo, muitas das vezes ouvi a expressão, " Vou-me embora, para ir fechar a edição do pasquim ".


Coloquei neste post, uma imagem de um jornal com esse nome e era, um jornal interessante. Este semanário, esteve activo até à década de 90. A última edição, de número 1.072, saiu em 11 de Novembro de 1991.


Portanto, a clandestinidade terminou e o avante, deixou de ser "pasquim". A sátira, ainda continua em jornais e revistas, logo conteúdo "pasquim". Vemos o que certos jornais, publicam em relação a "ALÁ" e que só por isso, podem ser considerados "pasquim", logo qualquer jornal tem momentos de "pasquim". Penso, que os dois jornais pela sua dimensão, deviam terminar com esta história o mais breve possível, a bem da informação local, que merece credibilização e não ser considerada, como aquilo que agora tanto discutem.