sexta-feira, 7 de maio de 2021

MIETZ - APRESENTA CANDIDATO À ASSEMBLEIA MUNICIPAL

 O  MIETZ apresentou hoje o seu candidato à Assembleia Municipal de Estremoz - Luís Marino.



HOJE HÁ MAIS ...

Hoje, serão anunciados mais candidatos às autarquias do concelho de Estremoz, será o candidato do MIETZ à Assembleia Municipal e, o Candidato do PS ( Partido Socialista) a Évora-monte. Ficamos com curiosidade em saber quais os nomes. Até agora só é conhecido o Candidato do PS - Ricardo Catarino à Assembleia Municipal, ficaremos a saber mais um nome hoje. 

sábado, 1 de maio de 2021

FIQUEI COM DUVIDAS MAS...

 Em tempos que lá vão, ainda pensei em comprar um drone para captar algumas imagens aéreas mas, a legislação era tanta que, quase parecia que tinha de tirar a carta de novo e, ainda me recordo de uma coisa que até é muito falada nas televisões, por causa dos aeroportos. Mas, como estava com duvidas, sobre um vídeo que vi ontem, fui ver o que dizia a ANAC sobre o assunto e, não é que era como eu pensava. Passo a transcrever o assunto que me levou à ANAC. 

"Os pilotos remotos na categoria aberta não carecem de uma autorização operacional da ANAC.

Os operadores de categoria aberta operam segundo as seguintes regras gerais de índole operacional (aplicam-se a todas as subcategorias, A1, A2 e A3):

  • Operam VLOS (na linha de vista);
  • Não podem voar em zonas proibidas ou de restrição operacional de aeroportos ou de heliportos (artigo 11.º e Anexo ao Regulamento da ANAC n.º 1093/2016 até estar executado o artigo 15.º do Regulamento de Execução (UE) 2019/947);
  • Operam no máximo até 120m acima do terreno;
  • Operam em aeródromos e heliportos civis, sem CTR ou ATZ/TRMZ ou com ATZ/TRMZ (em espaço aéreo não controlado) até 120m da superfície com a autorização do Diretor do Aeródromo (não carece de autorização da ANAC), tal como referido no artigo 6.º e 7.º do Regulamento da ANAC n.º 1093/2016;
  • Planadores podem ser operados até 120m acima do terreno, mas nunca 120m acima do piloto remoto (piloto remoto no topo de uma montanha a operar a aeronave sobre um vale);
  • Podem voar 15m acima de um obstáculo artificial que tenha mais de 105m de altura, desde que não se afaste mais do que 50m do obstáculo e seja a pedido da entidade responsável;
  • Podem voar de noite e de dia (sem autorização da ANAC)."

Dia do TRABALHADOR EM PORTUGAL

Publiquei este texto em 2009 digam lá que não está atual. Que mudou desde lá apenas as moscas porque... 

Até 1974 era PROIBIDO comemorar 1º DE MAIO, por imposição do regime.
Em Portugal era bem diferente em 1974, existia a unicidade sindical e o primeiro de Maio foi celebrado em todas as cidades de norte a sul do País, ainda acalentado pelo 25 de Abril, estas manifestações tinham como palavra de ordem “ O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO “ .

No ano de 1975, as duas centrais sindicais ainda comemoraram juntas o 1º de Maio.


Posteriormente, houve um afastamento das duas centrais sindicais, quanto às comemorações do 1º Maio.
Ontem como hoje, é importante que, os sindicatos sejam mais fortes e mais coesos na luta sindical, sendo, necessário uma maior adesão dos trabalhadores aos sindicatos.
Em Portugal, a perda de direitos está cada vez mais acentuada, todos os dias assistimos à queda dos direitos no trabalho adquiridos depois de Abril de 74, é olhar para o novo código do trabalho, para a nova legislação em relação à função Publica RCTFP, as medidas em relação aos aposentados e à aposentação, a destruição do serviço nacional de saúde, que em torno de um senhor chamado deficit tudo se justifica, no entanto poderemos observar que neste momento por medo do despedimento, os trabalhadores portugueses estão cada vez menos sindicalizados, sendo neste momento cerca de 24% da população ativa os sindicalizados, o que se torna preocupante, pois dá azo a que cada vez menos se cumpram horários de trabalho, contratos coletivos de trabalho verticais e haja especulação por parte dos empresários, levando os trabalhadores a serem escravizados, com salários abaixo da média, e estando a avizinhar-se uma nova legislação comunitária, que prevê que os trabalhadores oriundos do leste da Europa recebam pelos salários dos seus países de origem, irá certamente agravar a situação dos trabalhadores portugueses.