terça-feira, 5 de outubro de 2021

É tão bom ver os nossos filhos felizes

 É tão bom ver os nossos filhos felizes-

Hoje, num município vizinho, brincaram depois de chover num parque completamente seco e porquê? O mesmo era coberto um bom exemplo para o que se podia ter feito durante a pandemia ao de Estremoz, enfim, falta de iniciativa de quem não tinha ideias nem aceitava as ideias de outros e claro que esta ideia é extensível às escolas do Caldeiro que continuam a entrar debaixo de agua e a ir almoçar na mesma situação nada que não tivesse sido proposto pelos pais ao longo de 12 anos.

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

ASSIM NÃO!

Até que ficou bonito o imóvel depois de recuperado no entanto, como não há bela sem senão e, o Pinóquio vai estando atento a estas coisas, hoje, ao fim da tarde quando fui à rua Vasco da Gama, deu para me aperceber que no local dos tapumes que protegiam a obra, foi aberta uma vala para a passagem de cabos, o que concordo plenamente mas, aqui é que bate o nabo, os iluminados, esqueceram-se que retiraram calçada artística portuguesa e, em jeito mal amanhado até no remate meterem calçada branca não está correto, ora, esta obra na via pública é de fiscalização obrigatória do município, logo, acho que deveria intervir para que o mais rápido possível e fosse reposta a calçada original, basta seguir o desenho para fazer os moldes e, acabar com aquele aborto na nossa calçada. Fica a dica.


 

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

RESULTADOS PROVISÓRIOS ESTREMOZ

 



ESTES RESULTADOS SÃO PROVISÓRIOS E AINDA HAVERÁUMA CORREÇÃO.

Uma gaivota voava voava...

Ontem apenas
Fomos a voz sufocada
Dum povo a dizer não quero;
Fomos os bobos-do-rei
Mastigando desespero.

Ontem apenas
Fomos o povo a chorar
Na sarjeta dos que, à força,
Ultrajaram e venderam
Esta terra, hoje nossa.

Uma gaivota voava, voava,
Asas de vento,
Coração de mar.
Como ela, somos livres,
Somos livres de voar.

Uma papoila crescia, crescia,
Grito vermelho
Num campo qualquer.
Como ela somos livres,
Somos livres de crescer.

Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
Não vou combater".
Como ela, somos livres,
Somos livres de dizer.

Somos um povo que cerra fileiras,
Parte à conquista
Do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
Não voltaremos atrás.